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Dízimos, Oferta Abominável ao Senhor?

Estava estudando alguns textos bíblicos sobre a segunda vinda do Senhor e, fui levado até Ml 3.2, onde o profeta pergunta quem poderá suportar aquele dia. De repente fui assaltado por um receio de fazer referência a um livro que tem sido considerado ultrapassado e agressivo por alguns exegetas, por causa da mensagem contundente contra os inimigos do sustento financeiro da obra de Deus. Certa vez, ouvi um cidadão dizer que daria seus dízimos à igreja, se ela os revertessem para sustentar os pobres de uma periferia de sua cidade, porque, na visão dele, Deus estaria mais interessado no sustento daquele povo, que dos seus próprios trabalhadores que vivem para o evangelho. E, eu fiquei me perguntando por que ele não praticava aquilo que aprovava? Tão simples: Era só ele, pessoalmente, ir lá para o meio dos pobres e fazer aquilo que ele achava que a igreja, como instituição, deveria fazer, e não estava fazendo. Seria isso coisa difícil, transformar os pobres em deuses e dizimar para ele...

Cristo, o Mediador

     “Cremos e confessamos que aprouve a Deus, em Seu eterno propósito, escolher e ordenar o Senhor Jesus Cristo, Seu Filho Unigênito, para ser o Mediador entre Deus e o homem (Is 42.1; Jo 3.16; 1 Tm 2.5; 1 Pe 1.19-20); o Profeta (Dt 18.15; At 3.20-22), Sacerdote (Hb 5.5-6) e Rei (Is 9.6-7; Lc 1.33); o Cabeça e Salvador de Sua igreja (Ef 5.23); o Herdeiro de todas as coisas (Hb 1.2) e Juiz do mundo (At 17.31; 2 Co 5.10); a quem Ele, desde toda a eternidade, deu um povo para ser Sua descendência (Jo 17.6; Ef 1.4), e para ser por  meio dEle, e no tempo, redimido, chamado, justificado, santificado e glorificado (Rm 8.30; 1 Co 1.30; 1 Tm 2.5-6; Tt 2.13-14).”   (Confissão de Fé Congregacional – 9.I)  

Cristo X Igreja?

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo.”   (Ap 3.20) Uma charge postada no facebook mostra a figura de uma casa, como se fosse um prédio público de uma igreja local, com a porta fechada e pressionada por um grupo de pessoas “crentes” que não quer que Jesus entre, pois se isso acontecer, segundo eles, mudará tudo na igreja. A charge é uma crítica pesada à igreja hodierna, pois a retrata, pior do que o pastor da igreja de Laodicéia, o qual o livro do Apocalipse o descreve como morno em suas obras (Ap 3.15) e  arrogante em suas palavras vangloriosas, pois o mesmo dizia ser rico e abastado, e que não precisava de coisa alguma. A mornidão e arrogância do pastor, levou Jesus a dizer que estava a ponto de vomitá-lo (Ap 3.16).  O pastor da igreja de Laodicéia, além de morno e arrogante, também era ignorante, pois desconhecia seu próprio estado infeliz, miserável, pobre, cego e n...

O Bom e o Mau Servo

Esta parábola narrada em Mt 24.45-51 é uma continuação da anterior, isto é, Exortação à  Vigilância (Mt 24.32-44), onde Jesus nos exorta a aprendermos olhando o processo natural da vida de uma figueira; e observando os costumes imorais da sociedade, rememorando os dias de Noé, tendo o cuidado para não nos conformamos com este século, o que tem a ver com uma vida de santidade; e, finalmente, aprendermos com a maneira inesperada como um ladrão age para arrombar a casa de um pai de família, o que nos remete a uma vida consagrada em oração e meditação da Palavra de Deus. Agora Jesus nos chama a atenção à vigilância no bom serviço do reino de Deus. Todo reino tem súditos, ou servos. O Reino de Deus não  é diferente. Se Deus é Rei, ele tem seus, servos. A palavra servo (grego doulos) é alguém que serve como escravo no sentido de ser propriedade de um dono que ao lhe ordenar que faça algo, ele o faz, quer goste ou não( Mt 8.9). O servo, nesta parábola é um mordomo, o qual recebe do...

Exortação à Vigilância para a Vinda de Cristo

https://2.bp.blogspot.com/--0tkBoONV9M/VjOFJSkSIlI/AAAAAAAAEPI /5npO_e91rLU/s1600/Figueira.jpg Depois que os frutos da figueira aparecem, seguem-se cerca de seis semanas, e os ramos começam a renovarem-se, e as folhas começam a brotar. Isto serve de sinal para apontar que o verão está chegando. Jesus afirma que assim como o renovo da figueira anuncia a chegada do verão, também sua vinda será precedida de um grande sinal que deveria ocorrer ainda sobre as vistas dos seus primeiros discípulos, ou seja, ainda naquela geração, isto é, no espaço de cerca de quarenta anos (Mt 24.35): A grande tribulação que viria sobre os judeus (Mt 24.15-22). Esse grande acontecimento histórico seria um livro escrito anunciando que Jesus Cristo está às portas, embora não se saiba o dia exato da Sua vinda, pois é algo reservado ao conhecimento exclusivo do Pai e de mais ninguém (Mt 24.36). A Bíblia de Genebra (p. 1133) explicando sobre “Esta Geração”, diz que, naturalmente, a frase se refere ao povo ...

Fosfoetanolamina - Os Lados da Notícia

A Maior Reunião da Igreja

“E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.” (Mt 24.31). A igreja vive, e viverá sempre de reuniões, pois nunca haverá igreja se não houver reuniões dos escolhidos; a própria palavra sugere esse pensamento. A igreja sempre existiu, primeiro na mente de Deus, quando ele escreveu o nome dos eleitos no Livro da Vida do Cordeiro, desde a fundação do mundo (Ap 17.8); depois, com o primeiro casal (Gn 2-3); seguindo na vida de Abel e Caim (Gn 4.1-16); a partir de Enos, experimentando tempos de avivamentos, inclusive, destacando-se  nesta época, um grande profeta chamado Enoque (Gn 4.26; 5.22-24; Jd 14-15); nos pré-diluvianos, até ao tempo em que Deus não quis que seu Espirito agisse na quelas vidas, por causa da carnalidade daquela raça, no entanto, Deus preservou suas testemunhas, tendo como líder a Noé, homem que achou graça diante de Deus, tornando-se o pregoeiro da ju...