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Batismo Quer Dizer Imersão?

A palavra batismo é muito complexa; em virtude disto, encontramos várias opiniões sobre a mesma. Segundo o Dicionário Brasileiro GLOBO (1987) a palavra batismo vem do grego Baptismu, que significa imersão; ablução;   O Dicionário Eletrônico Houaiss (2001) define a palavra batismo como vindo do gr. Baptismós, adaptado para o latim baptismus, com significado de ablução e imersão; O Dicionário Grego-Português de Pereira (1976, p. 101) traz as seguintes definições:   Baptós   = Submergido, Mergulhado; Tingido, Colorido; de onde se pode tirar água; Báptô (bapsô)= Submergir, Mergulhar; Temperar (o ferro, o aço); tirar água; Afundar-se submergir-se, dar mergulhos; Baptismô, = Submergir, Mergulhar; tirar (água).; Baptismós = Imersão; Ablução. Como podemos ver, os dicionários mostram uma grande riqueza de significados da palavra batismo norteando-a principalmente, para ablução e imersão. Cremos que engessar o sentido de uma palavra unicamente em uma direção, para que sobre e...

Jesus Foi Batizado por Submersão?

Alguns fatos parecem servir como provas irrefutáveis de que Jesus foi batizado por imersão total.   Vejam: Jesus dirigiu-se da Galiléia para o Jordão para ser batizado (Mt 3:13); Marcos diz claramente que Jesus foi batizado no rio Jordão (Mc 1.9); diz que depois do batismo, Jesus saiu da água   (Mt 3:16); diz que João batizava em Enon porque tinha muitas águas (Jo.2.23); usa-se o batismo do eunuco como exemplo; um dos significados da palavra batizar é imergir;   o batismo está ligado à ideia de sepultamento e ressurreição, então, associa-se isso ao movimento de deitar os batizandos debaixo da água; e, além do mais, impressiona tanto o batizando como os observadores, chegando e se contar testemunhos de pessoas que foram curadas na hora do batismo. Pois é. Qualquer leigo na teologia, concluirá que o batismo de Jesus foi por imersão. Porém, nenhum destes fatos provam que o batismo de Jesus foi por   submersão, e deitado na sepultura líquida, como se diz, pois os f...

Em Busca do Deus Gracioso

O século XVI, um jovem, monge da ordem Agostiniana, com medo do Juízo divino, queria saber como encontrar um Deus gracioso, que pudesse aceitar um coração tão corrupto como o seu o era. Embora o jovem fosse sacerdote desde 1505, doutor em teologia desde 1512, e lecionasse na Universidade de Witenberg, não tinha ainda certeza de sua salvação, pois não sabia como encontrar o Deus Gracioso. Para encontrar o Deus gracioso jejuou, orou, castigou-se, leu Bernardo de  Claraval, procurou conselho de seus superiores e, preocupou-se com os sacramentos; fez promessas e as cumpriu rigorosamente; preocupou-se com o estado da igreja, mas, contudo, não encontrava o Deus Gracioso. O jovem monge conhecia a filosofia aristoteliana e a Lei de Deus escrita na Bíblia, mas não sabia como encontrar o Deus Gracioso. Em 1514, estudando as Escrituras Sagradas, compreendeu o evangelho em que Deus justifica o pecador por meio de Cristo, e pôde encontrar, então, o Deus Gracioso nos dizeres do Após...

Os “Solas” da Reforma Protestante

“Porém enviou profetas entre eles, para os reconduzir ao SENHOR, os quais protestaram contra eles; mas eles não deram ouvidos”, 2Cr 24.19. De onde vem o termo “protestante”? Recebemos o nome de protestantes pelo fato de Lutero, na época, ter conseguido poderosos aliados entre a nobreza e a alta burguesia, que o auxiliaram a difundir sua doutrina pelo norte da Alemanha, pela Suécia, pela Dinamarca e pela Noruega. Foram esses aliados que, em 1529, protestaram contra a preservação das medidas tomadas pelo imperador Clemente 7º contra Lutero, que impediam cada Estado de adotar sua própria religião. A partir desse protesto é que se difundiu o nome “protestante” para designar os cristãos “não católicos”. A luta de Lutero, e de outros reformadores, não foi apenas contra as indulgências, mas para que houvesse um retorno à Palavra. A meu ver, esse mesmo clamor deve ser levantado nos dias hodiernos. Hoje, os protestantes não protestam mais. Calam-se diante dos erros e aplaudem os espetáculo...

A Importatância do Mês de Agosto para os Congregacionais

O mês de agosto é muito importante para os congregacionais do Brasil, pois foi no dia 19/08/1855, que o casal de missionários, Robert Red Kalley e Sarah Poulton Kalley, na cidade de Petrópolis, na casa conhecida como Gernheim ("lar da boa vontade"), um domingo à tarde, instalaram a primeira classe de Escola Dominical, contando com cinco crianças, filhos de cidadãos americanos, em que foi contada para elas a história d o profeta Jonas. Em um domingo à tarde, no dia 13/08/1967, segundo site da Aliança:  http://www.aliancacongregacional.org.br/historico/ , igrejas e pastores que foram expulsos em um Concílio Extraordinário, realizado pela UIECB, em Feira de Santana-BA, de forma traiçoeira, anticristã e anti-congregacional, por abraçarem o movimento de renovação espiritual que estava varrendo nosso país, se reuniram em Concílio no Templo da Igreja Evangélica Congregacional de Campina Grande, para fundarem um novo órgão denominacional, hoje, ALIANÇA DAS IGREJAS EVANGÉLIC...

Jesus Cristo Fora da Bíblia?

Deus Pai, e seu Filho, Jesus Cristo,  e o Espírito Santo, não podem ser dissociados da Bíblia.  Como dizia Martinho Lutero, comparando Cristo com as Escrituras: “Scripituras Sacras est Deus carnatus” . O Cristo que eu confesso é o Cristo revelado nas Escrituras. Pois, se assim o confessamos, é porque Deus, através de Sua Palavra, nas Escrituras, nos revelou.  Nunca saberíamos nada sobre um homem chamado Jesus de Nazaré, nascido em Belém de Judá, conhecido como Cristo, se as Escrituras não o dissesse, pois, “Na verdade, fez Jesus diante dos discípulos muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.” ( Jo 20.30-31). Poderíamos ler nas páginas da história sobre um homem chamado Jesus Cristo, mas, nunca saberíamos o significado e o poder do Cristo de Deus, sem as Escrituras. Por que os judeus não crêem que Jesus é o Cristo? Resposta:...

O Pecado

Texto básico: Rm 5.12 O pecado é algo inerente à natureza humana; ele está entranhado no coração dos seres humanos. Jesus, o homem mais extraordinário que o mundo já conheceu, disse que o centro do pecado é o coração, pois é de dentro dele que sai todos os males que contaminam o ser humano (Mc 7.21-27). Embora o pecado, assim como a morte, não seja assunto agradável aos ouvidos humanos, pois, ninguém quer ouvir, e muito menos assumir que é mau, trazendo para si depreciação, ou sentimento de culpa; mas, mesmo assim tem que ser falado, pois, somente reconhecendo a condição de pecador, se busca o remédio, que é a salvação em Cristo Jesus, o qual não veio para os sãos, mas, para pecadores (Mt 9.12). Estamos vivendo tempos em que os que deveriam mostrar a real condição moral e espiritual dos seres humanos, estão enganando-se a si próprios e aos outros, com palavras fictícias do positivismo, fazendo os pecadores pensar que são especiais, e que tudo conspira para o seu apogeu, e ...