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FIRMES - HINO DA IELB - Quadriênio de 2019-2022

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BATISMO ENTRE OS JUDEUS

No Antigo Testamento, ou melhor, na Antiga Aliança, o batismo não era algo desconhecido para os judeus.  Sacerdotes e levitas, perguntaram a João Batista por que ele batizava (Jo 1:25). Por quê perguntaram? Porque isto não era trabalho do profeta. Reconheceram o rito que João estava praticando, só não entenderam o porquê do mesmo está batizando, tendo em vista que esse não era comum aos profetas. Caso João Batista estivesse praticando um rito estranho, diferente do habitual, certamente, teriam questionado acerca dele.  Aquelas classes religiosas conheciam muito bem as diversas abluções que haviam sido instituídas pelo ministério de Moisés. Batismo nas Leis Cerimoniais Davis,  em seu Dicionário  da Bíblia (1990, p. 74), falando sobre os batismos das Leis cerimoniais da Antiga Aliança, diz: “ O rito de lavar com água simbolizando a purificação religiosa, ou consagração a Deus, era usado pelos israelitas com muita frequência, conforme as prescrições le...

A Escravidão da Vontade

“Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado . ”  (Jo 8.34).    A filosofia mais popular na mente humana é a de que o ser humano goza de livre arbítrio. O leigo pensa que livre arbítrio significa liberdade e capacidade para fazer o que bem quer e entende; e, que isso também se aplica no seu relacionamento com Deus, no destino de sua vida, inclusive com respeito à salvação. Será que livre arbítrio significa isso mesmo? Será que de fato existe livre arbítrio? Será que Deus está sujeito a essa filosofia? Se ele existe como   o era antes da queda? E depois da queda, como ficou ele ficou? E quando o pecador se converte, como o fica o mesmo? Gostaria de começar definindo o que é livre arbítrio.   Os pensadores dizem que livre arbítrio é uma filosofia que outorga ao ser humano o direito de escolha entre o bem e o   mal; como também outorga ao indivíduo o direito de agir por si mesmo. René Descartes (1596-...